e no fim deste isto
quando vier de nós o reino
da guerra aberta pela água à justa
e o mar já pela cintura das montanhas
e a dúzia puta de sempre a rasgar
o espaço sideral
para abrir noutros istos
o estendalário do grotesco
quando as paisagens forem enfim devolvidas
por escasso uso à proveniência
de caos e brisa e a distorção térmica
puser fim
às procuras
quando esse mar tiver galgado
adolescentes
nuvens
ateliers
astros
e demais questões
outrora insolúveis
e quando os mapas forem só um ápice de cilício
e isto este específico isto este
cratilismo de algibeira
for abolido por falta de provas
dir-se-á que afinal
que sim que sempre estivera aí
a verdade
tropeço línguo num século à deriva
estatelado em ricochete
na cara dos imundos
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